Sua comunidade na Cool agora fala com o Claude e com o Codex. Você pergunta "como foi o mês?" no terminal e recebe os números; pede "monte um curso sobre X" e ele monta; pede "quem está prestes a cancelar?" e ele traz a lista com o motivo.
Não é um chat que responde sobre a Cool. É a Cool operando de dentro do seu assistente.
Instalação em uma linha
No Claude Desktop ou no Claude Code, abra a configuração de MCP e cole:
{
"mcpServers": {
"cool": {
"command": "npx",
"args": ["-y", "cool-mcp"],
"env": {
"COOL_API_KEY": "cool_sua_chave_aqui",
"COOL_URL": "https://coolbases.com"
}
}
}
}No Codex e em qualquer outro cliente MCP é o mesmo comando: npx -y cool-mcp, com as mesmas duas variáveis.
Não precisa instalar nada antes. O npx baixa na primeira execução.
A chave sai de Configurações → Chaves de API, dentro da sua comunidade. Ela começa com cool_, é ligada a uma comunidade só, e você escolhe se ela pode apenas ler ou também escrever.
Pelo terminal
npm i -g cool-mcp
export COOL_API_KEY=cool_sua_chave_aquicool ferramentas cool exec metricas_gerais --dias=30 cool exec membros_em_risco --limite=10 ```
O que ele consegue fazer
Ler: panorama geral (membros, ativos, receita, novos, posts, cursos), resumo financeiro, receita por origem, membros em risco de cancelar, funil do CRM, contatos, cursos com módulos e aulas, campanhas de e-mail com abertura e receita, automações de e-mail, posts do feed com engajamento, automações do Reach e o desempenho de cada uma.
Escrever: criar curso, módulo e aula; criar automação do Reach; ligar e pausar automação; testar automação sem enviar nada de verdade; ligar ou desligar automação de e-mail; mover contato no funil; anotar no histórico do contato; criar cupom; criar tarefa.
Com confirmação obrigatória: enviar campanha de e-mail e criar promoção.
A lista cresce. O comando cool ferramentas sempre mostra o que a sua chave alcança hoje — nem o terminal nem o MCP têm lista escrita por dentro, os dois perguntam ao servidor. Ferramenta nova aparece sozinha, sem reinstalar nada.
As travas, e por que elas existem
Dar um assistente as chaves do seu negócio só é boa ideia se ele não puder fazer besteira grande sozinha.
Ação crítica não executa na primeira chamada. Pedir "manda um e-mail pra base" devolve primeiro o impacto — *"vai enviar para 1.283 pessoas, e e-mail enviado não tem desfazer"* — e um token. Só a segunda chamada, com o token, dispara. E o token é assinado sobre os argumentos: não dá pra ver o impacto de uma coisa e enviar outra. No terminal, ação crítica pede um "sim" digitado e recusa em terminal não interativo — um script automático não dispara campanha por acidente.
E-mail e telefone saem mascarados. thi***@gmail.com. O nome continua visível, que é o que serve pra você raciocinar. Ver o dado cru exige um escopo que nenhuma chave tem por padrão.
Existe teto. Quarenta chamadas por minuto, duzentas e quarenta por hora, e no máximo duas mil pessoas por dia por chave. Isso existe por um motivo específico: sua chave um dia vai vazar — num print, num repositório, numa máquina emprestada. Quando vazar, o teto é a diferença entre alguém levar sua base inteira de contatos e alguém levar estatística.
Atividade estranha bloqueia a chave e te avisa. Muitas ferramentas diferentes em poucos minutos é comportamento de robô mapeando o que existe, não de gente trabalhando. Nesse caso a chave morre sozinha e você recebe um aviso. Bloquear em silêncio seria pior: você passaria dias procurando defeito onde havia defesa.
Chave não é login. Ela nunca alcança a administração da plataforma, e para de escrever no instante em que quem a criou deixa de administrar a comunidade.
Quando não funciona
Se o assistente disser que a Cool não está conectada, ele vai dizer o motivo: chave ausente, chave recusada, ou chave sem ferramenta liberada. Cada caso tem uma mensagem e diz onde resolver.
Por que isso muda o trabalho
A diferença não é conveniência, é onde a decisão acontece.
Antes: você abre o painel, olha um número, abre outra aba, cruza com outro número, tenta lembrar do que viu semana passada, e decide. O raciocínio inteiro mora na sua cabeça, e o que você não consegue segurar na cabeça ao mesmo tempo, você não cruza.
Agora: o assistente puxa receita por origem, quem está em risco, o que cada automação rendeu e como as campanhas performaram — tudo de uma vez — e monta o plano com os números na mão. Você discute o plano em vez de coletar os dados pra ele.
E quando o plano vira ação, a ação sai dali mesmo. Sem copiar e colar entre a conversa e o painel, que é onde a maioria dos planos morre.